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GLOSSÁRIO
Absorvente acústico
Chamamos de absorventes acústicos os materiais que se destacam por absorver o som. Em geral, são materiais porosos (lã de vidro, lã de rocha, poliuretano, fibras de madeira, vermiculita, fibras cerâmicas, cortiça, tecidos, tapetes, etc). Outros elementos, também, têm grande capacidade de absorção: placas vibrantes, ressonadoras, pessoas e objetos. alguns absorventes acústicos se comportam como bons isolantes térmicos.
Afastamento
Distância entre a edificação e as divisas frontal, lateral e de fundos do lote onde se situa. Geralmente, estas medidas são dispostas pelos códigos municipais e variam conforme o local e o tipo de construção.
Águas pluviais
Todas as águas provenientes de chuvas provenientes dos telhados e do terreno. A coleta dessas águas é chamada esgoto pluvial (AP), que sempre deve ser feita, afim de evitar deslizamentos e/ou erosão do solo.
Alinhamento
Distância entre a edificação e as divisas frontal, lateral e de fundos do lote onde se situa. Geralmente, estas medidas são dispostas pelos códigos municipais e variam conforme o local e o tipo de construção.
Alvará
Licença para iniciar a obra com colocação de tapume e placa de identificação, conforme as disposições municipais.
Alvenaria
Parede, alicerce ou murro maciço e compacto, bastante resistente, que pode ser executado em tijolos, pedras, adobes ou blocos de concreto ligados ou não por argamassa.
Análise química do solo
Processo que determina os níveis de acidez do solo, sua fertilidade, quantidades de calcário e teor de nitrogênio, fósforo e potássio (NPK), necessários à sua correção. Deve ser realizado antes do projeto paisagístico, para que as recomendações de adubação e calagem possam constar do memorial descritivo da planta de plantio.
Anotação de responsabilidade técnica (ART)
Instrumento de controle e fiscalização do CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) que vincula o profissional à obra. É feito através um formulário e guia de recolhimento paga pelo técnico responsável.
Anteprojeto
É uma etapa intermediária do projeto paisagístico, onde se apresentam todas as intenções de projeto, para aprovação do cliente. Dele constam um plano geral, perspectivas, cortes, vistas, detalhes informativos e especificação da vegetação.
Aquecimento à gás
O aquecimento a gás vem substituindo o tradicional. Neste caso o forno é blindado, não oferecendo riscos ao usuário, pois o acesso ao queimador é externo.
Aquecimento elétrico
O aquecimento elétrico é o mais prático e viável. Consiste num forno dotado de resistências comandas por um termostato, que permite regular a temperatura a gosto do usuário. Pode ser instalado em qualquer lugar da casa e não necessita chaminé, como nos sistemas à lenha e a gás.
Área total edificada (ATE)
Somatório das áreas construídas em cada pavimento da edificação.
Argamassa
Material constituído de uma parte sólida (agregado) e uma parte líquida (aglomerante), geralmente água, adquirindo uma consistência pastosa que endurece com o tempo. É usada no assentamento e rejunte dos revestimentos. As argamassas variam o traço conforme o tipo de material a ser assentado (granito, azulejo, fórmica, cerâmica, etc).
Argamassa aditivada
É a argamassa que recebe algum outro componente ou aditivo(corante, impermeabilizante, secante, isolante, etc) afim de melhorar suas propriedades ou acrescentar uma característica especial.
Argamassa armada
Qualquer tipo de argamassa que recebe uma ferragem (aço) adquirido propriedade estrutural. A mais comum é o concreto armado.
Asfalto elastomérico
Produto resultante da combinação de uma substância, em geral, resultante da destilação do petróleo e um composto químico, que apresenta propriedades físicas semelhantes às da borracha.
Automotismo
Aparelhos que detectam os movimentos regulando e acionando a iluminação.
Autoportante
Todo elemento construtivo de vedação que também apresenta função estrutural.
Balanço
Quando apenas uma extremidade está apoiada ou engastada. Varandas e sacadas são bons exemplos de lajes em balanço.
Baldrame
1. É todo tipo de alicerce de alvenaria, usado como fundação contínua; 2. Cinta de amarração, em geral feita em concreto armado, que corre sobre qualquer tipo de amarração.
Bitola
Usado para definir o diâmetro dos ferros empregados no concreto armado.
Bloco de concreto
Elemento pré-moldado de concreto utilizado na construção de paredes e muros em substituição ao tijolo cerâmico convencional. 2. Elemento pré-moldado de concreto usado como revestimento de áreas externas, principalmente em áreas de intensa circulação de veículos pois é bastante resistente. Para o uso em áreas de circulação de veículos, os mais comuns têm forma hexagonal são articulados. Também são chamados blocos de concreto ou sextavados. Para uso de pedestres (circulação, recreação, etc) são muito utilizados os chamados pisos intertravados, também articulados.
Boca de lobo
Abertura usada nas sarjetas ou meio-fios, para permitir o escoamento de águas pluviais, em longos trechos.
Bueiro
Abertura por onde escoam as águas pluviais, que pode ser natural ou construído. 2. caixa e grelha de ferro fundido, que é colocada sob a sarjeta ou calçada para o escoamento das águas pluviais. 3. Abertura com tampa de fero usada para visita da tubulação de esgoto.
Caramanchão
Construção muito usada em jardins, para descanso e/ou observação da paisagem. Em geral, é uma construção rústica e simples, que apresenta cobertura em fibras naturais ou estrutura que permita o crescimento de vegetação do tipo trepadeiras.
Cerca
Elemento construído que separa o terreno ou parte dele. Pode ser usada, também, para proteção, privacidade ou como elemento decorativo. Em geral, é composta por um conjunto de estacas de madeira ou por madeira e arame ou tela. Quando feita em concreto ou pedra, também, pode ser chamada de mureta.
Cerca viva
Cerca criada com vegetação, em geral arbustos, apoiados ou não por estrutura construída, e que, além da função decorativa, protege e dá privacidade à área, deixado o lugar com aspecto mais natural e aconchegante.
Cimento hidrofugante
Cimento que contém substância para preservar contra a umidade.
Cinta de amarração
1. Elemento de concreto que reforça a alvenaria de tijolos, aumentando a sua resistência e reduzindo a sua espessura. Neste caso é colocada na parte superior das paredes de tijolos. 2. Elemento de concreto construído na parte superior das fundações para consolidá-las. 3. Todo elemento construtivo que reforça e consolida um elemento estrutural ou de vedação.
Cintamento
Conjunto de cintas de amarração numa obra.
Coluna
1. Elemento vertical estrutural, de seção horizontal circular. 2. Tubulação vertical comum aos andares de uma construção, onde são ligados os ramais de distribuição das instalações hidráulicas e sanitárias, elétricas, de gás, de telefonia, etc de cada pavimento.
Concreto
Argamassa formada por cimento, água e brita. Dependendo da utilização o traço do concreto irá variar.
Concreto armado
É a combinação da argamassa de concreto com as ferragens utilizada em estruturas. O concreto tem a propriedade de resistir à compressões e as ferragens resistem às tensões.
Condicionador de ar "split"
Diz-se do condicionador de ar que possui a unidade de condensação afastada da unidade de evaporação, permitindo que o ambiente refrigerado não possua ligação direta com o meio externo. Deste modo, a unidade de condensação fica voltada para o meio externo e a de evaporação no ambiente a ser refrigerado.
Condicionador de ar "self container"
Diz-se do condicionador de ar que possui uma única unidade de condensação e evaporação, com capacidade para grandes e/ou vários ambientes, que recebem o ar condicionado através de dutos condutores. A unidade fica localizada em área remota, geralmente nos locais de serviço ou local de circulação.
Copa
Parte superior das árvores, formada por galhos e folhas. A forma das copas pode variar entre redondas, elípticas (verticais e horizontais) e cônicas. As copas redondas e elípticas horizontais são as que proporcionam maior sombreamento. A forma natural das copas pode ser alterada pela poda.
Cota
O mesmo que dimensão, seja vertical ou horizontal.
Cumeeira
Parte mais alta do telhado, tamb'm chamada de cumeada ou cume. Em telhados com estrutura de madeira, esta peça, em geral de seção retangular é chamada de pau-comprido e pau-de-fileira. É comum nas obras, os construtores oferecerem a "Festa da Cumeeira" aos operários na ocasião da colocação da peça.
Curva de nível
É o conjunto de curvas representa o relevo de um terreno. Cada curva define uma diferente cota (altura) e o respectivo traçado.
Decíduas
O mesmo que caducas. Plantas que perdem suas folhas em determinada época do ano. Pode ser no outono, inverno ou em períodos de estiagem. O oposto são plantas com folhagem permanente.
Desapropriação
Quando um ato governamental retira uma propriedade particular, geralmente, em função de projetos de urbanização ou por falta de pagamento de impostos.
Detalhamento
Conjunto de desenhos que tem como finalidade esclarecer ao construtor como executar elementos arquitetônicos que requerem maiores cuidados de acabamento, tais como: banheiros, cozinhas, esquadrias, escadas, etc.
Divisa
Linha divisória do lote (frente, fundos e laterais). Quando a divisa delimita o lote e o logradouro público é chamada alinhamento.
Drenagem
Instalação para o esgotamento do excesso de água da superfície e subsolo do terreno.
Enchimento
Material colocado, normalmente entulho, para elevar o piso, sobre o qual é feito um contrapiso, isto é, a colocação de uma camada de concreto revestido. É usualmente empregado para a passagem de instalações hidráulicas e sanitárias.
Epoxi
Resina derivada do petróleo muito usada para pintura de piscinas, pisos e paredes de áreas internas, em substituição as cerâmicas. Também serve como base de pintura eletrostática de peças metálicas. Não é aconselhável seu uso em áreas externas, pois não resiste bem às variações de temperatura.
Erosão
Processo de desgaste do solo, que pode ser feito, pelos mares, rios, chuvas, ventos ou geleiras. Além do empobrecimento do solo, a erosão pode causar grandes problemas de desmoronamento.
Esgoto sanitário
Coleta das águas servidas, de lavagem (ralos de piso, máquinas de lavar, etc), de cozinhas (ralos de cubas e de máquinas de lavar pratos) e do esgoto sanitário em si (vasos sanitários).
Espécie
Grupo de plantas com as mesmas características.
Esquadria
Conjunto de elementos utilizados no fechamento de vãos (janelas e portas), composto por parte fixa (aduela ou marco e contramarco) e parte móvel (folha). Pode ser em madeira, metal ou PVC.
Equipamento mecânico
Todos os equipamentos que utilizam força para o funcionamento (elevadores, exaustores, bombas, ar condicionado, boiler, etc). Em alguns municípios, a prefeitura solicita um projeto de instalação independente para os equipamentos mecânicos.
Estrutura
Conjunto de elementos formado por pilar, viga e laje que sustentam a parte superior (acima do solo) da edificação. As estruturas podem ser, comumente, de concreto armado, metálicas e de madeira. Existem, ainda, as autoportante (alvenaria armada).
Estufa
1. Construção, em geral envidraçada, que serve de abrigo às plantas, contra as intempéries. Em muitos casos, sua temperatura interna é mantida constante de forma artificial. 2. Efeito estufa é quando a radiação solar direta incide sobre os vidros, se transforma em calor, mantendo o ambiente aquecido.
Estufim
Pode considerado um mini viveiro. Ele é ideal para pequenas áreas, como por exemplo, um terraço de um apartamento. Serve também, para semeadura, enraizamento de estacas, culturas temporárias e transplantes.
Fiada
Conjunto de peças dispostas horizontalmente e alinhadas, sobre ou sob outra fieira. Diz-se fiadas de tijolos, blocos ou pedra na construção de alvenaria.
Fibra de vidro
Material industrial feito a partir do vidro pastoso usado como isolante elétrico e térmico, ou como absorvente acústico. É incombustível e resiste às intempéries. É fornecido em mantas flexíveis ou em placas rígidas.
Fibrocimento
Material resultante da mistura de cimento Portland e fibras, fabricado industrialmente. Também conhecido como cimento amianto é muito usado na produção de caixas d'água, calhas, jardineiras, telhas, painéis divisórios, etc. Diz-se fiadas de tijolos, blocos ou pedra na construção de alvenaria.
Fluxo luminoso
É o fluxo de energia emitido por uma fonte (lâmpada) em todas as direções do espaço, medido em lúmens.
Forro
Elemento de revestimento colocado sob o telhado encobrindo as telhas, sem necessariamente constituir um rebaixo. Comumente em madeira acompanhando a inclinação do telhado, ao invés dos rebaixos, sempre planos.
Fossa
Estrutura feita em concreto ou em alvenaria que permite que o material orgânico proveniente do esgoto sanitário seja transformado em material inorgânico. As fossas são usadas em locais que não possuem rede de esgoto, as mais comuns são chamadas de fossas sépticas.
Fundações
São as estruturas que sustentam a construção no solo. Dependendo do tipo de solo as fundações podem ser diretas ou indiretas. As diretas são usadas quando existe um solo sólido ou estável próximo a superfície (radier, vigas baldrames, blocos e sapatas). As indiretas são usadas quando os solos estáveis são profundos (estacas e tubulões).
Gabarito
Altura máxima que pode ter um edifício, regulamentada pela legislação urbanística.
Golas
Em paisagismo, corresponde ao rasgo elaborado nos passeios e demais áreas pavimentadas para permitir o plantio de espécies arbóreas.
Gransep
Gransep é o conjunto de ripas embutidas na parede ou piso sobre o qual é aparafurado lambris ou tábuas corridas.
Habite-se
Documento que autoriza, após vistoria dos órgãos municipais competentes, a ocupação e uso de uma edificação reformada ou nova.
Herbácea
São pequenas espécies botânicas com o porte de ervas. Em paisagismo são, em geral, usadas em forrações.
Iluminação indireta
Diz-se indireta quando a iluminação é feita pela reflexão dos meios, isto é a lâmpada não fica aparente.
Impermeabilização
Impermeabilizar é o ato de proteger os materiais contra os danos causados por líquidos, principalmente pela água. Existem vários materiais impermeabilizantes: asfalto, neoprene, fibra de vidro, feltro, etc. Esses materiais podem ser aplicados de diversos modos: tintas, vernizes, mantas, pós, etc.
Inflorescência
Inflorescência é quando nascem várias flores em um mesmo pendúculo, formando um ramo.
Isolamento
Isolar é o ato de impedir transmissões (calor, luz, som, vibração, etc) de um ambiente para outro. 2. Nas construções existem duas formas de isolamento: térmica e acústica. Os materiais isolantes térmicos possuem grande inércia térmica, isto é demoram a transmitir o calor. Os isolantes acústicos são os materiais, em geral, não porosos. 3. Exemplos: (a) o ar é um ótimo isolante térmico e acústico; (b) o isopor é um material isolante térmico, mas não é isolante acústico; (c) o vidro é um ótimo isolante acústico, mas não é isolante térmico.
Ladrão
Tubo que permite manter o nível da água em um reservatório ou espelho d'água, pelo sistema de vasos comunicantes. Em geral, é colocado na parte superior de uma das paredes da caixa.
Laje
1. Placa de pedra ou concreto, montada ou não no local, que serve como revestimento de piso. 2. Superfície contínua horizontal, construída com teto ou piso da construção. Forma, com as vigas e pilares, a estrutura da construção.
Laje invertida
É uma laje estrutural que está associada a vigas invertidas, permitindo a construção de tetos planos, isto é, sem saliências sob a laje.
Laje mista
Elemento estrutural que utiliza vigas de concreto pré fabricadas combinadas com tijolos cerâmicos.
Lambril
Elemento em madeira ou laminado melamínico (fórmica) para revestimento de paredes sob a forma de ripas ou chapas com estrutura de fixação - gransep.
Lâmpada de descarga
Lâmpada cuja emissão de luz resulta de uma descarga elétrica através de um gás ou vapor metálico contido em um bulbo de vidro. As mais comuns são as lâmpadas de vapor desódio, cor variando do amarelo ao laranja; lâmpadas de vapor de mercúrio, cor branca; e de vapor metálico, cuja cor se assemelha a luz solar. São lâmpadas de alto custo, mas de vida longa. Demoram alguns minutos para atingir o máximo do fluxo luminoso e usam dispositivos auxiliares - reatores.
Lâmpada fluorescente
Lâmpada cuja emissão de luz resulta de uma descarga elétrica através de substância fluorescente no interior de um bulbo de vidro. Variam entre as cores branca, amarela, azul e verde. São de baixo custo e vida mais longa que as incandescentes. Não oferecem boa reprodução de cores, mas minimizam o ofuscamento. As lâmpadas fluo-compactas se destacam por sua economia de gasto energético.
Lâmpada incandescente
Lâmpada cuja emissão de luz resulta da incandescência de um filamento percorrido por corrente elétrica dentro de um bulbo de vidro cheio de gás inerte. De cor variando entre o amarelo e o alaranjado, é de mais baixo custo e menor vida útil. Produz muito calor e reproduz bem as cores. A lâmpada halógena, incandescente, possui vida mais longa que as comuns e é indicada para a iluminação de detalhes.
Lance
Seqüência de degraus situada entre o início e o fim de uma escada ou entre seus patamar.
Lençol freático
Reservatório de água presente entre as camadas do solo.
Levantamento botânico
Consiste no levantamento das espécies vegetais existentes no local, com o objetivo proceder à identificação botânica de cada espécie. 2. Processo pelo qual se verificam as possibilidades de utilização das espécies vegetais conhecidas e existentes no local para uso paisagístico e ecológico.
Levantamento topográfico
Também chamado levantamento planialtimétrico. É o processo que consiste na medição de ângulos e curvas de nível de um terreno, representando em planta baixa e cortes sua configuração física (medidas) e os principais elementos presentes (construções, árvores de grande porte, rios, pedras, etc).
Lúmen
É a quantidade de luz irradiada através de uma abertura de 1m2 por uma fonte luminosa de intensidade de uma vela.
Manilha
Cano de barro comumente vidrado, muito usado em tubulações subterrâneas de esgoto sanitário, pluvial e em drenagens. As manilhas de drenagem, também chamadas de manilhas de dreno, são perfuradas.
Manta asfáltica
É uma das mantas impermeabilizantes mais utilizadas, principalmente, em piscinas, lajes de cobertura e espelhos d'água. É obtida, industrialmente, do asfalto e apresenta as faces revestidas com filme de polietileno ou areia.
Manta asfáltica
É uma das mantas impermeabilizantes mais utilizadas, principalmente, em piscinas, lajes de cobertura e espelhos d'água. É obtida, industrialmente, do asfalto e apresenta as faces revestidas com filme de polietileno ou areia.
Manta impermeabilizante
Material sintético usado para impermeabilizar as superfícies (lajes, coberturas, etc), produzido industrialmente.
Manta impermeabilizante elastomerica
Manta impermeabilizante indicada para estruturas que apresentam fissuras ou rachaduras, lajes pré-fabricadas e lajes que sofrem grandes variações térmicas.
Manual de manutenção
É o documento que orienta o proprietário sobre os cuidados que deve ter na manutenção do seu jardim, como regas, podas, adubação periódica, etc.
Mão francesa
1. Peça em esquadro que une dois elementos construtivos, com o propósito de reforçar a estabilidade de um deles. 2. Na estrutura de telhados corresponde à peça em esquadro que une a cumieira a parte inferior do pendural; nas tesouras é também conhecida como escora.
Mapa de sombras
Planta baixa esquemática marcando as áreas de sombra existentes e a serem projetadas.
Material cerâmico
Material de construção ou acabamento feito com argila ou barro, moldado e cozido em alta temperatura, tais como: telhas, manilhas, cerâmicas, azulejos, lajotas, etc.
Memorial descritivo do projeto
É o documento que contém a descrição completa do projeto que será executado.
Método construtivo
Diz-se do processo construtivo escolhido para a obra. O método construtivo tradicional brasileiro utiliza estruturas em concreto armado e alvenaria em tijolos cerâmicos furados. Entretanto, pode-se empregar sistemas alternativos mais ágeis que combinem estruturas pré-fabricadas de concreto armado com metálicas e alvenaria de blocos de concreto celular e/ou painéis pré-fabricados para vedação.
Muro de arrimo
Estrutura feita em concreto armado para conter o impulso de terras, quando é feito um corte no terreno.
Nível de iluminamento
Determina a quantidade de luz num ambiente em função do seu uso. Sua unidade de medida é chamada lux, que é a quantidade de lúmen por unidade de área (lux=lúmen/m2). Um bom projeto luminotécnico deve levar em conta a distribuição adequada de lux em cada ambiente.
Nível do piso
Distância na vertical do piso (laje)ao nível da rua (cota de soleira). O nível da rua é tomado em relação ao nível do mar (cota zero).
Ofuscamento
Quando a iluminação é intensa e impede a visão perfeita dos objetos.
Paginação de piso
É o desenho que fornece, em detalhe, a planta de revestimento do piso, com todas as medidas necessárias à montagem do desenho proposto, definição de materiais e cores.
Palha de coqueiro
É um material muito usado nas regiões norte e nordeste para coberturas de quiosques e caramanchões.
Palha Santa Fé
É uma palha proveniente da região sul do país, bastante rústica e usada na cobertura de quiosques e caramanchões.
Patamar
Degrau de maior largura que inicia, finaliza ou divide os lance de uma escada, para permitir o descanso e maior segurança do usuário. É, também, indispensável quando se muda a direção do eixo da escada.
Pé-direito
Altura entre as lajes dos pavimentos de uma edificação.
Pendúculo
É a haste de sustentação da flor ou do fruto, também chamado de pé.
Pérgula
Elemento construído em áreas externas (jardins e terraços), como abrigo ou para efeito decorativo. Pode ser apoiada na edificação, em pilares ou colunas. Apresenta, em geral, cobertura vazada constituída por peças finas cruzadas ou entrelaçadas de madeira, alvenaria, ferro ou concreto. Pode ainda, ser revestida por material leve e translúcido ou transparente e servir de suporte a trepadeiras.
PH do solo
Índice que mede o grau de acidez ou alcalinidade do solo, orientando para as correções necessárias.
Piaçava
Fibra de múltiplos usos extraída da palmeira. De sua parte mais grossa são feitas vassouras e escovas. A parte mais macia é trançada em ripas de madeira de lei e amarrada em fios de nylon às coberturas.
Pilar
Elemento vertical estrutural, de seção quadrada ou retangular, que sustenta a construção. É ele que recebe as cargas das lajes e vigas transmitindo-a às fundações. A estrutura da construção por pilares, lajes e vigas. Quando a seção é circular ele é chamado de coluna.
Pilastra
Elemento vertical decorativo, semi-embutido nas paredes e que apresenta a forma de um pilar, geralmente de seção quadrada ou retangular.
Piloti
Pilar ou coluna que fica aparente no pavimento térreo, muito comum na arquitetura moderna dos anos 60.
Pintura eletrostática
É uma técnica de pintura usada em chapas ou perfis metálicos, com grande qualidade de acabamento e cores variadas. As peças e os elementos, pintados com esta técnica, tornam-se mais duráveis e resistentes. A pintura, que usa tinta líquida ou a pó, pode ser feita industrialmente ou por firmas especializadas.
Piscina de alvenaria mista
No tanque em alvenaria mista, a estrutura deve ser toda em concreto (base do fundo, pilares e cinta de amarração). Assim como acontece nos tanques de concreto, esse tipo de estrutura pode requerer fundações ou apenas laje de fundo com “abas” e pilares do tipo “gigantes”. Para a execução das paredes do tanque você pode optar pelos blocos de concreto ou tijolos cerâmicos. Os tijolos cerâmicos requerem proteção especial no lado externo das paredes, com argamassa aditivada com impermeabilizante.
Piscina de chapa de carbono galvanizada
Tipo de estrutura utilizada na construção de tanques para piscinas. No caso de terrenos firmes, a própria laje de fundo com “abas” (área em m2 superior às dimensões do fundo do tanque) e pilares do tipo “gigantes” servem como base para o seu tanque.
Piscina de fibra de vidro
Quando o solo é firme e seco você pode instalar sua piscina diretamente sobre o solo, tornando mais simples e rápida a execução, pois requer apenas um fundo simples de concreto com 5 cm de espessura, aproximadamente. Sobre esta base o tanque é encaixado e circundado por uma parede de contenção. A compactação é feita por terra ou argamassa do tipo podre, jogada à sua volta e água no interior, na mesma proporção.
Piscina de vinil
O tanque da piscina pode ser construído em alvenaria armada e como revestimento se utiliza uma manta de vinil colada, material termoplástico e impermeável. Nesse caso é necessário que a superfície de alvenaria esteja muito bem regular, para não marcar a manta vinílica.
Piso intertravado
Revestimento formado por placas pré-moldadas de concreto, com formas e cores variadas. Geralmente é assentado sobre uma camada de areia, após a regularização do solo. Permite fácil drenagem, é bonito, lavável e tem um custo bastante econômico.
Pivotante
1. Esquadria pivotante - porta ou janela cuja folha gira em torno de um eixo vertical ou horizontal. 2. Tipo de raíz de espécies vegetais.
Plano geral
É a planta, desenvolvida em escala, onde entram todas as construções e vegetação existentes e propostas no projeto.
Plano de massas
Planta esquemática onde são esboçados os diferentes tipos de vegetação existentes e propostos no projeto, onde são analisados a volumetria e a proporcionalidade da vegetação.
Planta de cotas
É a planta onde estão representados todos os elementos construídos, com todas as suas dimensões, níveis, grades, marcação de detalhes e cortes. Não apresenta vegetação alguma, pois será de uso exclusivo do pedreiro ou da firma responsável pela obra. Ela também é conhecida como planta de locação das pavimentações.
Planta de detalhes construtivos
É a planta que reúne os detalhes de todos os elementos construídos, em escala ampliada, com a indicação dos materiais usados na sua confecção e revestimento.
Planta de especificação da vegetação
A especificação da vegetação utilizada num projeto paisagístico é fornecida num quadro informativo. No anteprojeto, ele pode constar do plano geral ou vir numa planta individual chamada planta do plantio (ou da especificação do plantio); no projeto executivo o quadro deve acompanhar a planta de locação do plantio. Para a aprovação do cliente, no anteprojeto, o quadro apresenta, ainda, dados quanto à cor das flores e época de floração e frutificação, diâmetro da copa e altura da espécie na idade adulta e uma coluna (opcional) para observações que o paisagista achar conveniente. Já no projeto executivo, que dá as diretrizes para a execução da obra de paisagismo, o quadro de especificação da vegetação fornece a altura com que a espécie deve ser plantada (altura de plantio), o diâmetro da cova, a quantidade de mudas de cada espécie (por unidade, para árvores, palmeiras e arbustos e pela área total a ser plantada, para gramados e forrações) e um quadro para observações.
Planta de forma
É o desenho que define as dimensões e posições das estruturas em concreto armado. As estruturas são moldadas em formas de madeira dentro das quais é fixada a armação, para posteriormente serem preenchidas pelo concreto. Após a secagem do concreto, as formas demadeira são desmontadas.
Planta de locação do plantio
É a planta onde são definidas todas as distâncias entre os eixos de plantio (cotas), assim como o diâmetro das covas. Apresenta, ainda, a forma de plantio de arbustos e forrações.
Planta do modelado do terreno
É a planta onde estão representadas toda as alterações altimétricas do terreno (cortes, aterros, criação de platôs, etc), propostas no projeto.
Plantas aquáticas
Espécies vegetais que se desenvolvem na água. Para fins paisagístico, são classificadas em três grupos: flutuantes, emergentes e submersas. As flutuantes não possuem qualquer fixação no solo; as emergentes fixam suas raízes no solo, mesmo dentro d'água, e, as submersas nunca emergem da água, por isso são muito usadas em aquários.
Poço artesiano
Perfuração feita no terreno, para obter água potável do subsolo (lençol freático), através de bombeamento.
Poda
Técnica que permite o corte dos ramos e galhos de árvores e arbustos. Pode ser feita com diversas finalidades: formação (orienta o crescimento da espécie); limpeza (retira folhas e ramos velhos ou danificados, para dar força à planta); condução (para dar verticalidade à espécie); transplante (para facilitar o transporte e a reposição); etc. A pode deve respeitar a forma natural da espécie e nunca deixar menos de 1/3 da copa original, sendo feita, sempre, com o acompanhamento de um profissional responsável, em geral, um engenheiro agronômo ou florestal.
Policarbonato
Material produzido a partir de uma resina plástica atóxica, bastante resistente à impactos e a altas e baixas temperaturas. Pode ser usado na fabricação de torneiras, chapas ou telhas. É transparente à luz, podendo ainda, substituir o vidro em muitas situações, como, em coberturas, fachadas, vitrines, divisórias, etc. É leve e permite produzir peças planas ou curvas, reduzindo o custo em relação ao vidro.
Polietileno
É uma resina translúcida, termoplástica, flexível e isolante elétrica. Sob a forma de manta ou fita, é muito usada em terraços e sob pisos e telhados para proteção contra umidade e a transmissão sonora.
Porte
O porte da vegetação é dado pela altura máxima que a espécie atinge na idade adulta em condições ideais de desenvolvimento. Em geral, as árvores são classificadas em porte baixo, médio e alto, podendo ser consideradas árvores de porte baixo até 6,0m de altura, de porte médio entre 6,0 e 10,0 m de altura e porte alto acima de 10,0m de altura.
Potência
Energia produzida ou consumida por unidade de tempo (watts).
Pré-fabricado
Diz-se de qualquer elemento produzido em série nas obras, usinas ou fábricas, visando à racionalização dos métodos construtivos, isto é, redução do tempo de construção e da mão-de-obra no canteiro.
Programa
Relação dos itens estabelecidos no projeto conforme e acordo entre cliente e os profissionais (arquiteto, paisagista e engenheiro responsável por estrutura e instalações). Muitas vezes, apenas o arquiteto entra em contato com o cliente fazendo a "ponte"com os demais profissionais.
Projeto de alinhamento aprovado (PAA)
Também conhecido como PA (projeto de alinhamento), é um instrumento de intervenção urbanística. Sua função principal visa ao planejamento e à implantação das vias e demais áreas públicas de uma cidade.
Projeto executivo de paisagismo (PAA)
É a fase final do projeto paisagístico. Nela todas as informações contidas nos projetos (projeto paisagístico e projetos complementares) são compatibilizados para a execução da obra. Dele fazem parte um plano geral, uma planta do modelado do terreno, uma planta de cotas, uma planta de especificação do plantio e uma de locação do plantio, plantas de irrigação e drenagem, elétrica e iluminação, detalhes construtivos, perspectivas, planta de paginação do piso, memorial descritivo, manual de manutenção, orçamento e cronograma.
Projetos complementares
Conjunto de projetos que não são incluídos no de arquitetura: estrutura, instalações hidráulicas, instalações elétricas, instalações mecânicas, paisagismo, etc.
Projetos complementares de paisagismo
As plantas complementares em paisagismo são compostas pelos projetos de irrigação e drenagem, em geral elaboradas pelo mesmo profissional, e pelas plantas de elétrica e iluminação.
Quadro de áreas
Tabela onde são especificadas e quantificadas todas as esquadrias usadas no projeto.
Quadro de esquadrias
Tabela onde são especificadas e quantificadas todas as esquadrias usadas no projeto.
Quadro de luz
1. Caixa para a instalação dos dijuntores. O dimensionamento do quadro de luz ou quadro geral de luz (quantidade de dijuntores) é em função do total das cargas elétricas projetadas na edificação. 2. Tabela de especificação das instalações elétricas, também conhecida como quadro de dimensionamento de instalações elétricas.
Quiosques
É usado para ornamentação de jardins e serve de abrigo aos usuários de áreas de lazer (churrasqueira, piscina, sauna, etc). Comumente, feito com cobertura de palha e estrutura em madeira natural. Por vezes, segue o estilo oriental.
Ralo simples
Peça utilizada nas instalações sanitárias para a captação de águas servidas de lavagem.
Ralo sifonado
Peça utilizada nas instalações sanitárias para a captação de águas servidas de lavagem e dos vasos sanitários, que impede a saída dos gases retidos na tubulação, evitando o mau cheiro no ambiente.
Ramal
Ligação entre a coluna de distribuição e os respectivos ambientes de uma casa ou das unidades de uma edificação multifamiliar.
Reator
Mecanismo elétrico, também chamado de autotransformador, cuja finalidade é fornecer a tensão necessária na partida e limitar a corrente normal de operação nas instalações de iluminação. São usados em luminárias de lâmpadas de descarga e em algumas fluorescentes e incandescentes.
Rebaixo
Elemento não estrutural colocado sob a laje que serve para encobrir as instalações e/ou diminuir o pé-direito do ambiente. Os rebaixos são comumente em gesso ou madeira.
Recuo
Faixa de terreno pertencente a um lote privado e contígua à via que não pode ser edificada. Possibilita o alargamento da via ou da calçada conforme o previsto em projeto de alinhamento aprovado (PAA) de acordo com as posturas municipais. Os recuos variam conforme o local, podendo até variar ao longo de uma mesma via pública.
Rejunte
Acabamento, em geral, feito à base de cimento colocado entre as juntas dos revestimentos tais como: azulejos, cerâmicas, tijolos, pedras, etc.
Reservatório
Compartimento para armazenagem de água potável. Reservatório superior - o mesmo que caixa d'água. Reservatório inferior - o mesmo que cisterna.
Revestimento
Qualquer material que cubra a superfície de um elemento da construção, protegendo-o e dando-lhe acabamento. 2.Material que recobre o piso de uma área interna, externa ou via de circulação de veículos. 3. Obra feita para a proteção de talude de terra. Pode ser de pedra, tijolo, madeira ou outro material qualquer.
Ripado
Tipo de viveiro cuja armação deve ser feita com ripas de peroba ou bambu e é muito usado para proteger canteiros de mudas ou estacas e para canteiros de antúrios e orquídeas.
Sanca
Acabamento colocado entre a parede e o teto, usualmente de gesso, mas também em madeira, que funciona como elemento decorativo e/ou para a colocação de iluminação indireta.
Sapê
O Sapê é a mais comum das coberturas. Oferece bom isolamento do calor e sua colocação é muito parecida com a da palha de coqueiro. É uma espécie de gramínea de folhas duras e grande porte. É muito usado como cobertura rústica em quiosques.
Sauna Finlandesa
Banho a vapor, originária da Finlândia que utilizava tradicionalmente o aquecimento à lenha. Embora o método produza calor da melhor qualidade, é mais trabalhoso e demorado. É um método de aquecimento prévio onde se deixa a lenha queimar por 2 a 3 horas fazendo com que as pedras no interior do forno se tornem incandescentes, quando o forno é apagado e o calor é gerado apenas pelas pedras.
Selador
1. Materiais, geralmente à base de silicone, usados para unir, preencher e vedar juntas, evitando a entrada de água, poeira e som. 2. Materiais usados para imperbeabilizar superfícies, tais como, paredes, telhas, esquadrias, etc, que podem ser à base de vernizes, impermeabilizantes, hidrofugantes, etc.
Sombrite
É uma espécie de viveiro construído para proteger do sol as plantas ornamentais que são cultivadas a céu aberto.
Sondagem
É o processo de exploração que permite o conhecimento da formação do subsolo, suas camadas, espessuras e presença de lençol freático.
Sub-ramal
São as ligações de hidráulicae esgoto existentes entre os diferentes ralos e aparelhos em um amabiente.
Taxa de ocupação
Percentagem do terreno que pode ser ocupado por edificações. É especificada de acordo com a legislação municipal.
Tentos ou cordões
Pedra ou bloco de concreto pré-moldado usado para separar áreas pavimentadas e canteiros, diferentes pavimentos ou, nos canteiros, separar forrações diferentes para permitir que o desenho estabelecido pelo paisagista seja conservado.
Teto refletido
Planta baixa em que são mostrados todos os elementos projetados do teto: vigas, rebaixos, sancas, colocação de luminárias, etc.
Terraplenagem
É a movimentação de terras de um terreno que inclui: cortes, aterros, platôs ou terrenos planos e taludes. Prepara o terreno para a construção através da escavação, transporte de material, depósito, compactação e consolidação do solo. Pode ser feito de modo manual ou mecanizado.
Terreno de marinha
Terreno que está situado na costa marítima (continental ou insular), nas margens do rios, lagos e lagoas, até 33m de distância, desde a posição da medida média da preamar do ano de 1831, tomado horizontalmente em direção à terra, em locais onde se faz sentir a influência das marés.
Tijolo refratário
Tijolo de argila que possui a propriedade de isolamento térmico, por receber, na sua execução, uma grande percentagem de alumina. Muito usado na execução de churrasqueiras, lareiras, fornos e demais elementos submetidos a altas temperaturas.
Tipo de raiz
As raízes das plantas podem ser de vários tipos. Dentre as raízes mais comuns de árvores estão as superficiais e pivotantes. As raízes superficiais são aquelas que afloram no solo e as pivotantes crescem de forma descendente, perfurando o solo, como se fossem pivôs.
Tombamento
Instrumento normativo destinado à presevação de bens imóveis e móveis considerados de valor histórico, artístico ou cultural, utilizado por órgãos federais, estaduais ou municipais.
Touceira
Conjunto de rebentos de uma planta.
Traçado geométrico
Traçado ou partido geométrico é aquele em que prevalecem as composições simétricas, com linhas retas e formas geométricas.
Traçado orgânico
Traçado ou partido orgânico é aquele em que prevalecem as composições assimétricas, com linhas curvas e integrado ao relevo e paisagem originais do terreno.
Traço
Proporção entre a parte sólida (aglomerado) e parte líquida (aglomerante) de uma argamassa. Os usos de cada argamassa são determinados pelo traço e tipo de aglomerado (areia, cimento, saibro, gesso, etc). O aglomerante, na maioria das vezes, é a água.
Treliça
Estrutura em madeira ou metálica que é usada como elemento decorativo, funcional (separação de áreas) ou serve de suporte a plantas trepadeiras.
Ventilação cruzada
Quando os vãos (janelas e portas) de um ambiente são colocados em paredes opostas ou adjacentes, no sentido dos ventos locais, permitindo a entrada e saída do ar, facilitando a circulação e higienização.
Vermiculita
É um material obtido da mica que apresenta grande potencialidade térmica. Por isso, é muito utilizada em lajes e pisos misturada à argamassa, para aumentar-lhes a capacidade de isolamento térmico. 2. Material inerte de origem mineral que é muito utilizado para facilitar o enraizamento das plantas.
Viga
Elemento estrutural que recebe a carga das lajes e a distribui para os pilares. Comumente podem ser metálicas , em madeira ou em concreto.
Viveirista
Técnico responsável pela manutenção de um viveiro ou estufa.
Zoneamento
1. Instrumento da legislação urbanística para
controlar o uso do solo urbano. É estabelecido nos planos urbanísticos
ou em outros regulamentos municipais .Especifica e fixa diretrizes e índices
para os usos e tipos construtivos permitidos para cada setor da cidade.
2. Setorização de usos, conforme as atividades propostas no projeto, com
base no programa estabelecido previamente.
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