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Informações Construtivas

 O JARDIM

irrigação e drenagem     circulações e pavimentos

canteiros / jardineiras / golas / vasos      cercas / muros / portões     quadras

quiosques / pérgulas / caramachões     viveiros e estufas     espelhos d'água e lagos  

  brinquedos infantis      móveis do jardim     iluminação do jardim

  PLANEJE SEU JARDIM

O projeto das áreas externas deve ser executado com os mesmos cuidados com que você executou sua casa. Do mesmo modo que uma moldura valoriza ou desvaloriza um quadro, o jardim valoriza ou desvaloriza uma casa!

As preocupações com o projeto paisagístico devem estar presentes desde a compra do terreno. O projeto do seu jardim precisa integrá-lo à paisagem circundante, ao terreno e à casa.

O projeto paisagístico tem início com o levantamento físico da área (paisagem circundante, insolação, ventos dominantes, análise visual do solo, topografia, porte e estado da vegetação existente, presença de elementos naturais e construídos, acessibilidade, transportes, construções vizinhas, etc). Quando necessário deve-se recorrer a profissionais especializados para proceder à análise química do solo, ao levantamento topográfico e ao levantamento botânico.  

Para que o projeto seja um sucesso o primeiro passo é planejar tudo o que se deseja, verificando sua viabilidade. Um bom planejamento só se torna possível, a partir de um levantamento minucioso e preciso de todos os elementos que irão influenciar no seu resultado final. Para isto, é necessário observar fatores de ordem funcional, técnica e estética.

Devem ser observados e verificados os desejos, gostos, as necessidades e os hábitos do proprietário e seus familiares. É fundamental que se conheça o número total de pessoas que irão residir na casa, se você gosta de receber os amigos, se tem filhos e em que faixa etária, etc.

De posse de todas essas informações será estabelecido o zoneamento do terreno (definição das áreas de uso, como área da piscina, deck, sauna e churrasqueira, área de jogos, área de estar, playground, bosque, pomar, canteiros, etc e principais eixos de circulação).

Este zoneamento é definido como ante-projeto ou plano geral, composto de uma planta de situação com todos os elementos construídos (existentes e projetados) mais a vegetação proposta e existente. A especificação da vegetação pode ser dada numa planta separada ou constar do plano geral.

Ainda nesta fase, pode ser apresentada uma planta de especificação do plantio e uma planta de detalhes, com desenhos ilustrativos (perspectivas, cortes, vistas), para que o cliente possa compreender melhor, as soluções encontradas para o seu jardim.

Com a aprovação do cliente, é desenvolvido o projeto executivo, que é o instrumento para a execução da obra.

Nesta fase são desenvolvidas: a planta de modelado do terreno, onde são representadas todas as alterações altimétricas necessárias (cortes e aterros); a planta de cotas, com todas as dimensões, raios e ângulos dos elementos construídos, que servirá de base para o pedreiro; a planta de locação do plantio, onde são dimensionados o tamanho e as distâncias entre as covas para o plantio e estabelecidas as quantidades por espécies plantadas, que servirá de apoio ao jardineiro; a planta de detalhes construtivos, onde são representados e dimensionados em planta, cortes, vistas, etc, os elementos (pisos, mesas, bancos, pérgulas, treliças, tentos, etc) que serão construídos, com a especificação dos materiais utilizados na sua confecção e acabamento.

Caso o paisagista crie um desenho para o piso, ele pode desenvolver uma planta de paginação do piso, devidamente cotada (medidas), com a determinação dos materiais utilizados e a identificação das mudanças de cores e/ou revestimento, também para facilitar o trabalho do pedreiro e garantir que o desenho seja respeitado.

O projeto executivo apresenta, ainda as plantas complementares de irrigação, drenagem e iluminação, um memorial descritivo do projeto e um manual de manutenção, com as informações necessárias às regas, adubação e podas. Muitas vezes o paisagista entrega também um orçamento e um cronograma da obra.  

ASPECTOS FUNCIONAIS

Para definir as atividades que serão propostas, verifique os cuidados que devem ser tomados, no que diz respeito ao cliente.

  • Uso da moradia – O uso da moradia pode ser permanente ou temporária, como as casas de fim de semana.  

  • Uso das áreas externas – Os espaços projetados para as áreas externas podem proporcionar atividades de recreação e lazer, descanso e relaxamento ou trabalho/treinamento.

  • A família – Observe o tipo de vida que a família leva, mais reservada e íntima ou sempre acompanhada de parentes e amigos. A partir daí, verifique o número de pessoas que habitam e freqüentam a residência, por sexo e faixa etária. Descubra o que cada um gosta de fazer e suas principais expectativas quanto ao projeto.

  • Orçamento – Verifique quanto o cliente pode e deseja gastar. Cruze esta informação com o esboço dos espaços e ambientes solicitados para verificar sua viabilidade econômica.

ASPECTOS ESTÉTICOS

Verifique os principais cuidados que devem ser tomados, no que diz respeito à casa, ao terreno e ao ambiente onde ele está inserido.

  • Estilo arquitetônico – É interessante que o estilo escolhido para o seu jardim acompanhe o estilo das construções (tipologia e materiais de acabamento). Deste modo se você escolheu um modelo tropical, nada melhor do que um jardim tropical, com bromélias, orquídeas e agaves. Já, se a escolha foi um modelo alpino para uma casa na serra, opte por um jardim de clima temperado com a presença de pinheiros e flores.

  • Construções vizinhas - Verifique a altura das construções (andares e altura do telhado) e a sombra que causam no terreno. Marque as entradas e janelas e os principais setores da residência, como a área social (living, sala de jantar), áreas íntimas (quartos e banheiros, salas íntimas, bibliotecas, etc) e área de serviços (cozinha e despensa, lavanderia, dependências de empregados, garagem, etc). Proceda da mesma forma com a casa de hóspedes e do caseiro, com o canil, viveiros, etc e com os vizinhos, que também vão projetar sombra no seu terreno, tirar sua privacidade ou gerar aquele barulhinho desconfortável, para as áreas que você reservar ao seu descanso e relaxamento.

  • Caminhos existentes - Marque as principais ligações (caminhos) entre as diferentes construções no terreno.

  • Forma e dimensões - Terrenos muitos estreitos ou muitos largos, retangulares ou trapezoidais, de esquina, de acordo com a área disponível e a forma do terreno você poderá obter propostas diferenciadas, como entrada de serviço por ruas secundárias, por exemplo.

  • Afastamentos - Assim como no projeto de arquitetura, verifique a legislação local para não construir elementos arquitetônicos dentro nos afastamentos.

  • Declividade - Terrenos planos, na maioria das vezes, são mais fáceis e mais baratos de trabalhar, mas os terrenos em aclive ou declive, podem gerar soluções mais interessantes, onde se pode tirar partido de belas paisagens.

ASPECTOS TÉCNICOS

  • Solo 

    Verificar o tipo de solo e suas condições é muito importante para determinar a implantação das áreas (terreno rochoso ou arenoso têm características completamente distintas) ou na hora de plantar.

    Terrenos rochosos ou arenosos têm características completamente distintas quanto à permeabilidade e quanto ao tratamento dado às construções, como por exemplo, à estrutura de uma piscina.

    Para o bom desenvolvimento das plantas é preciso que o solo seja fértil e esteja com o seu pH equilibrado. Por isso, é fundamental conhecê-lo para proceder às correções necessárias.  

  • Insolação - Verificar onde o sol nasce e onde se põe, para determinar os melhores locais para as atividades que pretende desenvolver. Verifique, ainda a sombra que vizinhos, os elementos construídos e a vegetação existente projetam no terreno.

  • Ventos - Verifique a direção dos ventos dominantes. Isto também vai ajudá-lo a determinar onde e o quê  plantar

  • Clima - Verifique a temperatura média anual e se no local chove muito ou pouco, para determinar a umidade relativa do ar. Isto vai ajudá-lo na hora de determinar os locais mais apropriados ao plantio de árvores (sombra em áreas úmidas) e o que plantar, para não correr o risco de plantas espécies que requerem pouca água em locais muito molhados.

  • Vegetação existente

A escolha da vegetação requer cuidados muito especiais, que envolvem aspectos técnicos e estéticos que diz respeito ao próprio desenvolvimento da planta e funcionais e estéticos, do ponto de vista de sua implantação no jardim.

No entanto, para uma primeira avaliação, observe, com atenção, as espécies existentes no local ou nas proximidades. Visite os viveiros próximos para verificar as espécies que tiveram seu cultivo bem sucedido. Isto poderá ajudá-lo a conhecer as espécies que melhor se adaptam à região.

Cruze estas informações iniciais com o mapa de sombras da área. Isto é, aquele desenho onde você marcou o terreno, a casa, os vizinhos do entorno e as árvores e palmeiras existentes no local e a sombra que projetam no terreno.

De posse de todas essas informações, estabeleça um programa com tudo que deseja construir e verifique a viabilidade do projeto. Parta, então para a elaboração do anteprojeto e boa sorte!

O seu projeto, com tudo que você sonhou, vai ser definido no que se denomina anteprojeto, porque, ainda nesta fase você poderá, de acordo com o profissional, estabelecer as alterações que achar necessárias e que forem pertinentes e possíveis.

No anteprojeto estarão definidas as espécies vegetais do seu jardim (árvores, palmeiras, arbustos, forrações, gramados, etc.), as construções complementares (piscinas, saunas, churrasqueiras, etc) e o mobiliário (bancos, mesas, canteiros, jardineiras) e o tratamento dado às áreas de circulação (revestimento dos caminhos e áreas de estar).

Com o anteprojeto aprovado você pode desenvolver o projeto executivo, que nada mais é que a reunião e compatibilização de todas as informações desenvolvidas no anteprojeto, transformadas em plantas para a construção de seu jardim. Cada planta é elaborada para facilitar os profissionais encarregados da obra, como, pedreiros, eletricistas, hidráulicos e jardineiros.

  • A escolha da vegetação (espécies vegetais)

As plantas produzem efeitos maravilhosos, isoladas ou agrupadas com espécies diferentes, seja pelo porte, forma, cor, textura ou densidade da folhagem ou das flores que apresenta.

Ao escolher as plantas que irão compor o seu jardim você deve procurar atender às necessidades que detectou no seu levantamento e análise de dados, isto é, às informações coletadas durante a pesquisa da área.

O primeiro passo é definir as áreas onde plantar e o quê plantar. O mapa de sombras irá facilitar a sua vida. Definidas as áreas e os principais pontos de circulação (e os acessos), esboce um plano de massas. O plano de massas nada mais é do que uma planta onde se especificam as espécies a plantar pelo porte (árvores, palmeiras, arbustos, forrações, gramados).

A partir daí fica mais fácil estabelecer as espécies para áreas de sol, de sombra ou de meia sombra, as espécies que necessitam maior ou menor grau de luminosidade e umidade, as espécies com ou sem flor, etc.

Procure explorar as formas, as cores e as texturas das plantas de forma harmoniosa, para valorizar o seu jardim.

Não misture espécies que apresentam necessidades diferentes para o seu pleno desenvolvimento. Procure utilizar espécies de sombra em locais sombreados e com pouca luminosidade e espécies de sol nas áreas bem ensolaradas. Algumas espécies necessitam de mais água que outras por isso não as misture também.

Para sua maior segurança na hora de escolher não esqueça de consultar os vizinhos os viveiristas da região

Ao projetar o seu jardim, tenha cautela, entretanto, para não misturar muitas espécies num mesmo local para não saturá-lo tanto do ponto de vista das necessidades específicas de cada planta quanto do ponto de vista paisagístico.

Lembre-se! Um bom projeto não é aquele que congrega o maior número de plantas num mesmo local e sim aquele que sabe integrá-las com harmonia, enfatizando os elementos dominantes, sem obstruir os demais, respeitando sua escala e proporção, com ritmo e tirando partido de sues contrastes. Enfim, um projeto que mantenha a unidade e o equilíbrio entre as partes e o todo, sem necessariamente ser simétrico.

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